quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

A descoberta da América pelos egípcios



Em 1982 no estado de Illinois EUA, um caçador chamado Russell Burrows pisa sobre uma rocha achatada e essa se desloca para baixo de maneira que deixa a vista a abertura de um grande poço, mais deixando transparecer que se tratava de uma armadilha. Assustado por ter conseguido escapar, Burrows passa a examinar aquela cavidade escura cujo fundo não era possível enxergar. De posse de algumas cordas que carregava consigo, o caçador se propões a descer com a intensão de entender do que se tratava, já que aquele buraco não dava mostras de se tratar de um trabalho da natureza, mas sim de uma construção humana, sendo naquela região não há registros de algum tipo de povoação que tenha ocorrido. Ao descer através daquela passagem, ele se deparou com o que deveria ser uma câmara funerária contendo vários nichos com alguns restos mortais. Até ai nada de extraordinário, se logo em seguida ele não tivesse se deparado com uma placa de ouro contendo gravuras de uma cultura conhecida por muitos de nós, tratava-se do deus egipcio Anúbis. Uma outra placa de dimensões similares, mostra uma imagem de culto ao Sol.

Junto com outros apetrechos, esse material teve sua datação registrada em torno de 17DC, ou seja, pouco depois da morte de Cleópatra, que se deu em 12 de Agosto de 30 AC.

Uma saída encontrada por entre as rochas.
Dr. Joseph Mahan, fundador e antigo presidente do Instituto para o Estudo das Culturas Americana (ISAC) examinou os elementos de prova a partir das novas traduções e apresenta este interessante cenário:
"Secretamente Eles foram enviados para a América em navios fornecidos pelo mauritanas Rei Juba e sua Segunda esposa Cleópatra Selene, filha de Cleópatra e Marco Antonio. Inclusive entre os refugiados estavam os dois irmãos da Rainha, que desapareceram de Roma em 17 dC, Alexandre Helios e Ptolomeu Philadelphus ".