terça-feira, 30 de junho de 2009

A falsa morte de Tesla e Marconi

(Tesla) Dizem que vários cientistas europeus partiram com Marconi, entre eles, Landini. Em 1937, o enigmático físico italiano e alquimista Fulcanelli advertiu os europeus dos graves riscos das armas atômicas e em seguida desapareceu misteriosamente poucos anos mais tarde. Acredita-se que ele tenha se juntado ao grupo secreto de Marconi na América do Sul.

O que se diz é que 98 cientistas partiram para a AS, onde construíram uma cidade na cratera de um vulcão extinto nas selvas do sul da Venezuela. Em sua cidade secreta, financiada pela grande fortuna que haviam acumulado durante suas vidas, continuaram o trabalho de Marconi sobre energia solar, energia cósmica e antigravidade. Trabalharam secretamente, e afastados das nações do mundo, fabricando motores de energia livre e, por fim, uma aeronave discóide com uma forma de antigravidade giroscópica. Dizia-se que a comunidade dedicava-se a paz universal e ao bem-estar de toda a humanidade. Convictos de que o resto do mundo estava sob o controle de companhias de energia elétrica, banqueiros multinacionais e do complexo militar-industrial, eles permaneceram isolados, trabalhando de forma subversiva em prol da paz mundial e de uma tecnologia limpa e ecológica.

Temos informações provenientes de diversas fontes relativas a essa espantosa cidade de alta tecnologia. Na América do Sul, a história é um tema comum em certos grupos metafísicos. Diz o escritor francês Robert Charroux, em sua obra "The Mistery of the Andes"(1974, Avon Books):... "A Ciudad Subterranea de los Andes é discutida em particular de Caracas a Santiago". Charroux continua a contar a história de Marconi e, sua cidade secreta, e ainda a história de um jornalista mexicano, de nome Mario Rojas Avendaro, que investigava a Ciudad Subterranea de los Andes e concluiu que era um história verdadeira. Avendaro foi contatado por um homem chamado Nacisso Genovese, que havia sido aluno de Marconi e era professor de física em uma faculdade em Baja, México.

Genovese era de origem italiana e afirmava ter vivido por muitos anos na Ciudad Subterranea de los Andes. Em algum momento no final da década de 1950, ele escreveu uma obra obscura intitulada "My Trip to Mars". Embora o livro nunca tenha sido publicado em inglês, apareceu em várias edições em espanhol, português e italiano.

(Marconi) Genovese afirmava que a cidade fora construída com grandes recursos financeiros, era subterrânea e tinha instalações de pesquisa melhores que quaisquer outras do gênero (na época, pelo menos). Por volta de 1946, a cidade que já utilizava um coletor poderoso de energia cósmica, o componente essencial da toda matéria, segundo as teorias de Marconi, muitas das quais ele obteve de Tesla.

"Em 1952", segundo Genovese, "viajamos sobre todos os mares e continentes em uma aeronave cujo fornecimento de energia era contínuo e praticamente inexaurível. Ela atingia uma velocidade de meio milhão de milhar por hora e resistia a enormes pressões, perto do limite da resistência das ligas que a compunham. O problema era desacelerá-la no momento certo."

Segundo Genovese, a cidade localizava-se no sopé da cratera, porém em sua maior parte era subterrânea e totalmente auto-suficiente. O vulcão extinto é coberto de abundante vegetação e situa-se a centenas de milhar de qualquer das estradas, e está a 13.000 pés nas montanhas da selva amazônica.

O autor francês, Charroux, expressou surpresa e descrença ao comentário de que a cidade se encontrava em uma montanha coberta pela selva a 13.000 pés de altura. No entanto, a encosta oriental da cordilheira dos Andes tem muitas dessas montanhas, da Venezuela a Bolívia, numa extensão de milhares de milhas. Várias dessas cidades e montanhas poderiam existir nessa vasta região inexplorada e sempre coberta de nuvens.