domingo, 2 de junho de 2019

A mutação genética da esquerda


O zurro antes ensurdecedor, e agora mais parecendo um chilrear de pardal, tende claramente ao silêncio dos ex futuros incendiários do Brasil. Na busca infrutífera de um adjetivo, não encontrei nada mais condizente do que a expressão"doente esquerdista".
A espécie a que me refiro, mais se ajusta a uma sub-espécie do homo sapiens, veneram o crime e seus praticantes, detestam a ordem e a família, rejeitam a ideia de trabalho bem como todo e qualquer tipo de esforço, seja físico ou mental, adoram os frutos do capitalismo, repito, os frutos do capitalismo apenas, mas nunca o esforço que foi desprendido para produzí-los, detestam o país que lhes dá casa comida e roupa lavada, mas dizem amar as nações que deixam seu povo se alimentar do lixo.
Dessa forma, o que se pode pensar desse tipo humanóide, senão que se trata de uma sub-espécie que poderia com justiça, ser classificada taxionomicamente como homo asinus? 
Não tenho a intenção aqui de ofender os animais da espécie Equus asinus, pois esses trabalham de forma incansável, e a eles devemos gratidão por ter nos ajudado nessa grande caminhada evolutiva. Assim me parece sensato imaginar, que esse fenômeno de asinificação de parte da sociedade, trata-se de uma mutação genética desencadeada a partir do bombardeio cerebral, proporcionado pelos meios midiáticos e principalmente acadêmicos. A humanidade vai ter que esperar essa geração passar, que desperdício.

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