
Em 5 de fevereiro de 1958 um B-47 chocou-se no ar com um caça F-86 e seu piloto, o major Howard Richardson, teve que deixar cair uma bomba de hidrogênio nos pântanos de Savannah, na Georgia, onde tem permanecido durante os últimos 50 anos.
Um mês mais tarde, outro B-47 acidentalmente deixou cair outra bomba H nas cercanías de Florence na Carolina do Sul, cujo impacto causou graves danos materiais e vários feridos, no entanto sua carga nuclear afortunadamente no explodiu, essa foi recuperada.
Em 24 de janeiro de 1961 um B-52 com duas bombas de 24 megatons se espatifou quando decolava da base de Goldsboro, na Carolina do Norte. Uma das armas se perdeu no pântano, e não foi encontrada até os dias atuais.
Em 5 de dezembro de 1965 um A-4 Skyhawk que transportava uma ogiva nuclear de 1 megaton caiu no mar quando tentava pousar no portaviões Ticonderoga e nunca foi recuperado.
Em 16 de janeiro de 1966 um B-52 com quatro bombas de hidrogênio se precipitou ao mar quando tentava reabastecer de combustível em pleno vôo , nas imediações do povoado espanhol de Palomares, em Almería.
Em 21 de janeiro de 1968 um acidente similar ocurreu quando um B-52 se incendiou em pleno vôo na Groenlândia com quatro bombas de hidrogênio que contaminaram uma ampla zona.Os soldados norteamericanos contavam com equipamento protetor contra radiação, assim como os espanhóis de Palomares, começaram a apresentar enfermidades meses depois como formas diversas de câncer e problemas no sangue, nenhuma atitude veio por parte do pentágono, nem atendimento médico, nem indenizaçãoEm 21 de maio de 1968 o submarino USS Scorpion se acidentou a 750 kilometros das ilhas dos Açores com duas armas nucleares de 250 kilotons cada uma, esse artefatos foram perdidos no mar e não foram recuperados até hoje.